sexta-feira, 13 de abril de 2012

Apesar

Sei que poucas pessoas leem isso daqui, e é por isso que de certa maneira tenho coragem de postar. Só grandes amigos têm acesso a minhas palavras, e que de suas bocas não saiam, e tenho certeza de que não sairiam.



Estou com medo, medo de chorar, medo de cair. Quem cai pode levantar, e então a vitória será maior, eu sei, mas... Não é bem assim.
Aquela sensação que você tem antes de sentir o frio amargo do cimento contrariar os seus lábios. O valor das coisas muda com o tempo, mas não se pode sentir o futuro. O agora ainda está importando e prevalecendo.

O que sonhei jogado fora, que coisa mais inutilmente funcional. Quero pular para "tudo certo", mas não dá. Sonhos e sonhos jogados fora diante de uma conturbação estranha. Tudo foi estranho até agora, mas foi bom. Tudo ruim, mas ótimo. Como pode!?

Estou sem forças e sem rumo, sem palavras e sem rima, minha vida anda assim e por um tempo andará, mas apenas não quero, que por enquanto, você se vá.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Um Fernando Veríssimo

Um Willian Shakespeare


Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama…

William Shakespeare